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Congresso Nacional · Brasília

Para escritórios de advocacia

Parceria entre bancas.

Atuação conjunta na etapa recursal em Brasília, no STJ, no STF e no TRF1, com bancas de outros Estados e do Distrito Federal, em três modelos, da coope­ra­ção pontual à coatuação com contrato conjunto.

A causa que sobe a Brasília deixa de discutir fatos.

Passa a discutir lei federal, Cons­ti­tui­ção e, antes de qualquer mérito, a própria admis­si­bi­li­dade. É outra arena, com cadência e regra próprias, e quem não a frequenta com cons­tân­cia perde tempo apren­dendo o que já poderia estar execu­tando.

A AJ Advocacia se associa a outras bancas para atuar nessa etapa. A forma da parceria depende da causa e do escri­tó­rio: há casos em que basta assumir o recurso em Brasília, e há casos em que o melhor resultado vem de conduzir a estra­té­gia em conjunto, do início ao fim.

Modelos de parceria

01

Cooperação recursal.

Para bancas de outros Estados. Assumimos a etapa em Brasília, com diag­nós­tico, peça, protocolo e acom­pa­nha­mento. A titu­la­ri­dade da causa, o contrato e a relação com o cliente perma­ne­cem com o escri­tó­rio de origem.

02

Coatuação.

Para causas de maior comple­xi­dade, do Distrito Federal ou de fora. As duas bancas atuam juntas, com contrato firmado em conjunto com o cliente, estra­té­gia cons­tru­ída em comum e hono­rá­rios repar­ti­dos na proporção pactuada.

03

Reciprocidade.

Para bancas do Distrito Federal. Enca­mi­nha­mento cruzado por espe­ci­a­li­dade e por impe­di­mento: recebemos a etapa recursal superior e indicamos a colegas de confiança as causas que estão fora da nossa atuação.

Como funciona

01

Diagnóstico.

Exame dos autos e parecer objetivo sobre cabimento, prazo, pres­su­pos­tos, obstá­cu­los e viabi­li­dade da via. Se não houver via, isso é dito com todas as letras.

02

Estratégia.

Definição da via recursal e das teses, em conjunto com o escri­tó­rio parceiro, incluindo a cons­tru­ção da questão federal e o que precisa ser preques­ti­o­nado.

03

Peça e protocolo.

Elabo­ra­ção, revisão conjunta e protocolo, com controle de prazo e de admis­si­bi­li­dade, e a peça escrita para vencer o filtro antes de convencer no mérito.

04

Brasília.

Memoriais, despachos em gabinete, susten­ta­ção oral e acom­pa­nha­mento proces­sual, com relatório periódico ao escri­tó­rio parceiro.

Condições

Toda parceria é forma­li­zada por contrato entre os escri­tó­rios, com hono­rá­rios definidos caso a caso, conforme a comple­xi­dade da matéria, a fase do processo e o modelo adotado.

Na coope­ra­ção recursal, a titu­la­ri­dade da causa e a relação com o cliente perma­ne­cem com a banca de origem. Na coatuação, a titu­la­ri­dade é conjunta e definida no contrato. Em qualquer modelo, o escri­tó­rio parceiro é informado de cada ato praticado em Brasília, e o sigilo permanece depois do encer­ra­mento.

Se há acórdão desfa­vo­rá­vel e prazo em curso, o primeiro passo é o diag­nós­tico de admis­si­bi­li­dade. Quando não existe via, isso também é resposta.

Fale com a banca

Envie o caso para uma primeira leitura.

Não envie docu­men­tos ou dados sensíveis por este formu­lá­rio. Após o primeiro contato, indicamos o canal seguro para o envio de peças.